É a primeira vez que aqui falo para vocês mas espero que apreciem... no final deixem comentários a dar sugestões, a dizer o que acham ou simplesmente para comentar.

Estava na Alemanha em trabalho. Reuniões, palestras, almoços, jantares... uma seca. Naquele dia cheguei ao quarto completamente arrasada. Pus o casaco nas costas da cadeira, posei a pasta e a mala. Atirei-me para cima da cama e respirei fundo. Atirei com os sapatos e ali fiquei um pouco a relaxar. Fui tirando os brincos, o colar, o relógio, pousando-os preguiçosamente na mesinha de cabeceira. Mais uma pausa e fui desabotoando a camisa, despi-a, corri o fecho da saia e puxei-a tirando-a pelos pés. Levantei uma perna e desenrolei a meia e atirei-a para o chão. Fiz o mesmo do outro lado." Ainda faltam dois dias para acabar isto", pensei exausta. Dirigi-me à casa de banho, olhei-me no espelho e comecei o ritual da desmaquilhagem. Tirei o soutien, a cuequinha e enfiei-me na banheira. Pus-me debaixo do chuveiro e ali fiquei, sentindo a àgua escorrer pelo meu corpo. Quase adormeci. Enxuguei-me, sequei os cabelos. Pus os cremes todos e mais alguns e vesti o roupão branco do hotel. Fui até à janela fumar o último cigarro do dia. Estava um frio! É o que dá terem-se vícios. O telefone tocou. Deu-me vontade de lhe dar um pontapé. Que raiva! Quem seria agora? Deixem-me um bocadinho, irra! Lá atendi. Era um colega, daqueles que vejo uma vez por ano nestas andanças e que está sempre "colado" a mim. Queria tirar um dúvida. Ainda lhe perguntei se não podia ficar para o dia seguinte, disse-lhe que já estava quase a dormir, que estava cansada, mas... insistiu. Passados dois minutos bateram à porta. Fiz questão de o atender de roupão para ele ver bem que já estava pronta para dormir. Entrou de dossiers debaixo do braço, dirigiu-se à pequena mesa que havia no quarto e pouso-os. Desfez-se em mil desculpas. Pedi-lhe para tentar ser breve. Abriu o dossier e começou a falar de coisas que nem tinham a ver comigo. Debrucei-me sobre a mesa, de frente para ele e o meu roupão abriu ligeiramente. Ele calou-se e dei conta que olhava para o meu peito meio desnudado. Esticou o braço e passou um dedo ao de leve entre os meus seios. Meteu a mão dentro do roupão, pegou no seio carinhosamente, afagou-o e beliscou o mamilo. Afastou para o lado a manga acariciando o meu ombro, desenhado-o com as pontas dos dedos. "É melhor pararmos por aqui", disse eu numa voz sumida. A excitação tinha tomado o lugar do cansaço e ele percebeu. Levantou-se, pegou-me pelos ombros e virou-me para ele. Os olhos dele pareciam lançar fogo. De um gesto só arrancou-me a roupa do corpo. Agarrou-me pela cintura e sentou-me na borda da mesa. Atirou os dossiers para o chão. Afastou-me as pernas, ajoelhou-se e começou a lamber-me. Sentia a língua dele sofrega a brincar com o meu clítoris, enfiou dois dedos. Eu já tinha perdido a racionalidade. O meu corpo todo movia-se, ondulando de prazer. Depois, pegou em mim, colocou-me no chão e fez-me curvar sobre a mesa. Senti-o abrir o fecho das calças. Elas cairam e senti-o enterrar-se todo em mim. Segurei-me com força à mesa, gemia de prazer, sentia as maõs deles agarrarem-me firmemente as ancas. Eram estocadas bem fortes. Deu-me duas palmadas, puxou-me o cabelo, e um líquido quente começou a escorrer nas minhas costas. Fiquei sem acção. Ele foi à casa de banho, trouxe uma toalha e limpou-me. Pegou nos dossiers e papeis espalhados pelo e chão e disse: "Fui o mais breve possivel, amanhã tiramos as dúvidas todas sobre todos os assuntos". Saiu.

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