sábado, 4 de agosto de 2007

A minha vez de perguntar...

Apesar de ser "conselheira sexual", também tenho as minhas dúvidas em relação aos homens, como é normal em todas as mulheres.
Assim, aproveito a opurtunidade para fazer uma pergunta aos homens:
-Sempre achei que vocês apreciam mais uma rapariga famosa do que uma inteligente e elegante (com um cu jeitoso e bom peito). Afinal, do que é que vocês gostam? Por exemplo, vou mostar aqui fotos de famosas e fotos minhas. Digam quem preferiam para passar uma noite.

Esta sou eu numa noite ainda na Hungria.






















Estas são as tais famosas com as quais vocês supostamente se masturbam? Quem preferiam para uma noite?

















































Meti os 24cm dentro de mim...


Certas memórias não conseguimos apagar do passado. Há uns anos atrás conheci um homem bem mais novo que eu. Começamos a sair, tinhamos conversas muito boas. A partir de determinada altura, senti que me olhava nos olhos de uma forma penetrante, como se quisesse despir-me, como se quisesse "comer-me". Um dia, fui buscá-lo à tardinha. Parei o carro num sítio sem ninguém. Os nossos diálogos eram sempre animados e interessantes. A certa altura ele olhou-me daquela forma desafiadora. Posei a minha mão na parte interna da coxa dele. Estremeceu. Subi um pouco mais a mão e senti o pau dele bem duro debaixo das calças. Ele continuava a conversa como se nada se estivesse a passar e isso excitou-me. Fui-lhe desapertando o cinto e os botões das calças um a um. Enfiei a minha mão por dentro dos boxers e tirei para fora aquele "monumento" e ele continuava a conversar. Debrucei-me e enfiei-o lentamente na minha boca e tirei-o bem devagar. Lambi-o de alto a baixo sentindo todos os contornos na ponta da minha lingua. A conversa continuava, só que bem mais pausadamente, interrompida por pequenos suspiros e raciocinios pouco claros. Sentei-me no seu colo virada para ele. Como estava de saias, afastei a cuequinha para o lado, peguei naquele pau e rocei nas minhas bordas até ficar bem humida e tesudinha. Depois enfiei só a cabecinha. Ele calou-se. Fui fazendo movimentos lentos, à volta daquela cabecinha bem rija e de repente "engoli-o" todo para dentro de mim. Ele gemeu de prazer. Estava de olhos fechados e as feições revelavam bem a tesão que sentia. Tirei-lhe a t-shirt e fui-lhe beijando o peito, arranhando ao de leve as costas, trincando a orelha, enfiando as minhas mãos por entre os cabelos dele. Desapertei a minha blusinha, tirei o soutien, peguei nas mãos dele e coloquei-as sobre o meu peito. Foi quando ele reagiu . Começou a trincar, a lamber sofregamente os meus mamilos, pescoço, sentia a sua boca e lingua por todo o lado... pegou com força nas minhas ancas e puxou-me para baixo e para cima várias vezes. Senti aquele caralho bem dentro de mim, todo dentro de mim. Também eu estava louca de tesão. A nossa respiração acelarava, transpiravamos por todos os poros. Os meus mamilos rijos e húmidos da saliva dele roçavam no seu peito. Às tantas ele gritou: sai sai. Saí e fui com a minha boca buscar todo o "leitinho". Ficámos um pouco em silêncio, e ele só disse: Foi muito bom. Há muito que te queria sentir.

Mulheres,,, falem


O que é que os homens querem das mulheres? Se uma mulher fala abertamente e gosta de sexo é "puta". Se é mais recatada procuram outra. Há muitos anos que oiço dizer que os homens dividem as mulheres em dois grupos distintos: as que são boas para as quecas e as que são para casar e ter filhos. Deve ser por isso que muitas mulheres escondem o seu gosto por sexo e muitas relações não resultam. Há um ditado que diz: uma mulher perfeita deve ser uma puta na cama e uma senhora na sociedade. Mas os homens desconfiam das putas na cama, sentem-se inseguros. Muitas vezes as senhoras da sociedade são mulheres frustadas. As "putas" parecem mulheres da sociedade e as senhoras "putas". Homens decidam-se! Mulheres não tenham vergonha de falar abertamente das coisas, de serem quem são, de admitirem o que gostam e não gostam, de se descobrirem. Sexo existe, é uma realidade, é bom e faz bem a todos os niveis. Quanta hipocrisia existe por aí!

Um pouco de masturbação...



Ontem fui um bocadinho à praia, dei uma corridinha ao fim do dia, cheguei a casa toda transpirada e preparei um bom banho de espuma. Pus umas velinhas e uma musica a tocar. Enfiei-me na banheira e ali fiquei a relaxar. Exfoliei o corpo, vi-me livre de tudo quanto era pelo, tratei dos cabelos. Enxuguei-me passei um creme em todo o corpo e deixei-me estar um pouco deitada em cima da cama a absorver toda aquela calma. Quando trato do corpo sinto-me muito mais mulher. Isso faz-me bem. Vesti o meu quimono preto de cetim e fui à varanda estender as toalhas. Senti-me observada. Olhei para trás e vi na varanda ao lado da minha um homem, aí na casa dos vinte e muitos, trinta e poucos, sentado numa cadeira, de tronco nu e calções de praia.Ele sorriu, eu retribui. Continuei a estender a roupa. Ele continuava a olhar para mim. Senti um arrepiu nas costas. Estava a começar a ficar excitada com a situação. Comecei a acariciar o meu pescoço. Desnudei um ombro, depois o outro. Fui passando as pontas dos meus dedos na minha pele nua. Ele levantou-se e aproximou-se . Olhei-o de soslaio... vi uma saliência nos seus calções. Virei-me de costas para ele, vi-me livre das mangas do quimono, ficando com ele preso so nas ancas. Peguei nos meus seios, e virei-me para ele, massanjando-os suavemente, em movimentos circulares. Senti os mamilos ficarem hirtos por baixo das minhas mãos. Ele meteu a mão por entre os calções e começou a tocar-se. Fui balançando o corpo devagar, sentindo o desejo tomar conta de mim. Olhei-o nos olhos e... entrei em casa. Por entre as persianas vi-o continuar-se a tocar, sentou-se e continuou, depois desapareceu. Deitei-me em cima da cama, tirei o cinto do quimono. A minha "ratinha" pelada, estava humida e bem "gordinha". Acariciei-a, bem devagar... até me satisfazer.

No quarto de hotel com um noivo...sem saber!




Em tempos frequentei muito uma discoteca aqui da zona. A certa altura tornou-se um vício. Cruzei-me com uma pessoa muito intrigante. Tinhamos conversas interessantes dos mais variados temas, até que, como não podia deixar de ser, sobre sexo. Já não ter sido logo a primeira abordagem foi muita sorte, tendo em conta o meu interesse pelo tema... Mas isto ainda foi na altura em que era possivel ter conversas de jeito e fazer amizades no mirc. Hoje em dia, para mim, está sem interesse nenhum. Comecámos por falar de sexo de uma forma, diria, quase didáctica, mas depois tornaram-se conversas excitantes, provocadoras, quase mesmo obscenas. Um dia, esse homem, do qual eu sabia muito pouco a nível pessoal, propôs-me um encontro. Não era um encontro normal. Eu teria de ir ter com ele a um determinado hotel e levaria os olhos vendados. Ele não queria ser reconhecido. Assim sendo, e para estarmos de igual para igual eu sugeri que também ele estivesse de olhos tapados. No dia combinado, cheguei ao hotel, dirigi-me à recepção e perguntei se tinham algum recado num nome inventado por nós, uma vez que nem numeros de telemovel trocámos. Disseram-me para subir ao quarto 203. Subi, vendei os olhos e bati à porta. Do outro lado ouvi: Estás com os olhos bem tapados? Respondi: Estou, e tu? Senti a porta abrir-se. O meu coração disparou. Dei uns passos em frente e a porta fechou-se atrás de mim. Senti umas mãos fortes tactearem-me até chegarem à altura dos olhos, depois senti apertarem-me ainda mais a venda com um nó. Estiquei os braços e procurei-o. Ele era bem mais alto do que eu e estava também de olhos tapados. Elevou-me pela cintura. Pus as pernas à volta dele. Segurou-me só com um braço e apercebi-me que com o outro braço ia procurando o caminho. De repente, fui empurrada para cima da cama. Assustei-me. Senti as mãos dele pelo meu corpo. Eram quentes, fortes, grandes. Chegou à minha cara e percorreu-a devagar. Acariciou-me os cabelos e beijou-me. Primeiro de uma forma meiga, depois arrebatadora. Retribui. As mãos desceram até aos meus pés. Descalçou-me, afagou-me os dedos e beijou-me os pés e foi-me despindo peça por peça bem devagar, procurando os botões, os fechos. Fiz o mesmo. Até que ficámos pele com pele. Fomos reconhecendo os corpos mutuamente através das mãos, dos lábios, da lingua. Senti-me tão excitada, foi tudo tão diferente. Os cheiros eram mais intensos, o sabor da pele dele também, o sentir o corpo, os sons... tudo parecia tomar outras dimensões com os olhos tapados. Tivemo-nos um ao outro de todas as maneiras e feitios e ora de forma mais doce, ora de forma bem selvagem, bem animal. Dissemos coisas porcas, gememos, sussurramos. Os nossos corpos colavam-se de transpiração, de fluídos de esporra. Fomos até à exaustão. Pedi para tomar um duche, ele também tomou e usámos sempre as vendas. Antes de me ir embora, ele disse-me naquela voz que nunca vou esquecer: "caso-me daqui a duas semanas. Esta foi a nossa despedida. Não vamos mais falar nem estar juntos. Foi muito bom conhecer-te. És uma pessoa muito especial e podes ter a certeza que nunca te vou esquecer. Marcaste-me de muitas formas." Senti um nó na garganta. Levantei-me, cheguei à porta com dificuldade e saí. Apeteceu-me, por breves instantes, ficar no hall do hotel à espera que ele saísse para o ver, mas quis respeitar a posição dele. Fui embora.

Na praia,,,




Fui mais uma vez aproveitar a praia. Adoro praia. Desta vez fui para uma quase deserta. Estava a precisar de sossego e adoro estar na praia tal como vim ao Mundo. Apanhar sol no peito, no "papo" e de vez em quando abrir bem as pernas e deixar o sol beijar-me a "ratinha". Mergulhar, nadar, estar à beira-mar na rebentação das ondas deitada na areia nuinha também é uma delícia. E não fico com marcas do bikini, apesar de achar algumas marcas bem sexys. Enquanto lá estava lembrei-me de como conheci esta praia. Há uns anos atrás, um amigo meu, que não via há muito, telefonou-me a convidar para ir à praia. Na altura não gostei muito da ideia, porque era domingo e as praias estão sempre cheias. Ele disse-me que iamos a um sítio bem sossegado. Foi-me buscar. Ainda andámos bastante de carro. Quando chegámos realmente constatei que ele falava verdade. O local estava praticamente deserto. Deitámo-nos ao sol e perguntei-lhe se ficava muito incomodado se eu despisse o bikini. Encolheu os ombros. Tirei as duas pecinhas e deitei-me. Perguntei-lhe se não ia tirar os calções. Olhou para mim um pouco sem jeito e respondeu-me com : "claro, claro". Tirou e deitou-se de barriga para baixo. Puxei conversa e ali ficámos um pouco a falar de triavilidades. Fui dar um mergulho e deitei-me de novo na toalha ao lado dele e puxei de novo conversa, mas ele não me dava "troco". Perguntei o que se passava e reparei que estava um pouco estranho. Comecei a fazer-lhe cócegas para quebrar aquele gelo até que ele virou-se. -Estás de pau feito!- não resisti em dizer. Ele levantou-se e foi para o mar. Quando voltou eu estava com as pernas abertas e contraí várias vezes os músculos da "ratinha". -Que estás a fazer?- perguntou ele. -Nada... só estava a tentar perceber para onde estavas a olhar e não me enganei. Tu não sabes fazer nudismo. Os nudistas não se olham assim. Tudo é natural.- Que queres? Nunca tinha feito nudismo e olhar assim para ti não é fácil. Tu transmites não sei o quê...- Queres que me vista?-indaguei- Não!! Eu vou-me habituando. Deitou-se de novo na toalha de barriga para baixo e ficou calado. Senti que de vez em quando e disfarçadamente ele olhava para mim. E não olhava de forma inocente. Toquei-lhe ao de leve nas costas e todo ele estremeceu. Levantei-me e vesti a saia bem rodada, preta, fininha que tinha levado e pedi que se sentasse. Sentei-me ao colo dele, olhando-o nos olhos, abrindo bem a saia e espalhando-a sobre as pernas dele e entrelacei os dedos à volta do seu pescoço. Fui-me ajeitando... procurando...e... "engoli-o" todo, para dentro de mim. - És louca??? disse ele muito aflito, segurando-me ao mesmo tempo nas ancas por baixo da saia, aconchegando-me bem a ele. Senti aquele "pau" bem enterrado em mim, bem duro e todo o desejo dele.- Estão pessoas a ver- continuou ele. Olhei na direcção do olhar dele e vi um casal de pessoas mais velhas a uns bons metros de distância e que pareciam realmente estar a olhar. Isso excitou-me ainda mais. Deitei-me toda para trás e comecei a baloiçar a ancas bem devagarinho. Reparei então na aflição dele.-Não te preocupes. Não percebem. Mas... dá uma corridinha até ao mar. Despi a saia e fui atrás dele. Mergulhámos. Entrelacei-o com as minhas pernas à volta da cintura dele. As mãos à roda do pescoço. Senti o "pau" dele roçar no meu rabinho ao sabor da corrente do mar. Ele entregou-se. Foder no mar é... fantástico! Beijámo-nos, acariciamo-nos, fodemos, rimos, brincámos... foi muito bom. Entregámo-nos de novo um ao outro, bem ao fim da tarde, à beira-mar, com o sol a pôr-se, sentindo de vez em quando pequenas ondas arrefecendo o fogo dos nossos corpos. Acabámos o dia numa tasquinha a petiscar.

Uma noite Estranha mas Quente

É a primeira vez que aqui falo para vocês mas espero que apreciem... no final deixem comentários a dar sugestões, a dizer o que acham ou simplesmente para comentar.



Estava na Alemanha em trabalho. Reuniões, palestras, almoços, jantares... uma seca. Naquele dia cheguei ao quarto completamente arrasada. Pus o casaco nas costas da cadeira, posei a pasta e a mala. Atirei-me para cima da cama e respirei fundo. Atirei com os sapatos e ali fiquei um pouco a relaxar. Fui tirando os brincos, o colar, o relógio, pousando-os preguiçosamente na mesinha de cabeceira. Mais uma pausa e fui desabotoando a camisa, despi-a, corri o fecho da saia e puxei-a tirando-a pelos pés. Levantei uma perna e desenrolei a meia e atirei-a para o chão. Fiz o mesmo do outro lado." Ainda faltam dois dias para acabar isto", pensei exausta. Dirigi-me à casa de banho, olhei-me no espelho e comecei o ritual da desmaquilhagem. Tirei o soutien, a cuequinha e enfiei-me na banheira. Pus-me debaixo do chuveiro e ali fiquei, sentindo a àgua escorrer pelo meu corpo. Quase adormeci. Enxuguei-me, sequei os cabelos. Pus os cremes todos e mais alguns e vesti o roupão branco do hotel. Fui até à janela fumar o último cigarro do dia. Estava um frio! É o que dá terem-se vícios. O telefone tocou. Deu-me vontade de lhe dar um pontapé. Que raiva! Quem seria agora? Deixem-me um bocadinho, irra! Lá atendi. Era um colega, daqueles que vejo uma vez por ano nestas andanças e que está sempre "colado" a mim. Queria tirar um dúvida. Ainda lhe perguntei se não podia ficar para o dia seguinte, disse-lhe que já estava quase a dormir, que estava cansada, mas... insistiu. Passados dois minutos bateram à porta. Fiz questão de o atender de roupão para ele ver bem que já estava pronta para dormir. Entrou de dossiers debaixo do braço, dirigiu-se à pequena mesa que havia no quarto e pouso-os. Desfez-se em mil desculpas. Pedi-lhe para tentar ser breve. Abriu o dossier e começou a falar de coisas que nem tinham a ver comigo. Debrucei-me sobre a mesa, de frente para ele e o meu roupão abriu ligeiramente. Ele calou-se e dei conta que olhava para o meu peito meio desnudado. Esticou o braço e passou um dedo ao de leve entre os meus seios. Meteu a mão dentro do roupão, pegou no seio carinhosamente, afagou-o e beliscou o mamilo. Afastou para o lado a manga acariciando o meu ombro, desenhado-o com as pontas dos dedos. "É melhor pararmos por aqui", disse eu numa voz sumida. A excitação tinha tomado o lugar do cansaço e ele percebeu. Levantou-se, pegou-me pelos ombros e virou-me para ele. Os olhos dele pareciam lançar fogo. De um gesto só arrancou-me a roupa do corpo. Agarrou-me pela cintura e sentou-me na borda da mesa. Atirou os dossiers para o chão. Afastou-me as pernas, ajoelhou-se e começou a lamber-me. Sentia a língua dele sofrega a brincar com o meu clítoris, enfiou dois dedos. Eu já tinha perdido a racionalidade. O meu corpo todo movia-se, ondulando de prazer. Depois, pegou em mim, colocou-me no chão e fez-me curvar sobre a mesa. Senti-o abrir o fecho das calças. Elas cairam e senti-o enterrar-se todo em mim. Segurei-me com força à mesa, gemia de prazer, sentia as maõs deles agarrarem-me firmemente as ancas. Eram estocadas bem fortes. Deu-me duas palmadas, puxou-me o cabelo, e um líquido quente começou a escorrer nas minhas costas. Fiquei sem acção. Ele foi à casa de banho, trouxe uma toalha e limpou-me. Pegou nos dossiers e papeis espalhados pelo e chão e disse: "Fui o mais breve possivel, amanhã tiramos as dúvidas todas sobre todos os assuntos". Saiu.